O filme foi baseado no conto "Jeca Tatuzinho" cujos direitos autorais foram cedidos pela Fontoura S/A,e realizado em Pindamonhangaba nas fazendas ‘Sapucaia’ e ‘Coruputuba’ gentilmente cedidas pelo seu grande amigo Dr. Cicero da Silva Prado.
 
A canção de fundo é "Fogo no rancho", de Elpídio dos Santos e Anacleto Rosa, cantada por Mazzaropi.

- Nos letreiros de apresentação do filme consta a frase "esta história é baseada no conto ‘Jeca Tatuzinho’ cujos direitos autorais foram cedidos graciosamente pelo ‘Instituto Medicamenta (sic) Fontoura S/A’; expresso aqui meu agradecimento - Mazzaropi"
 
"O presidente da Academia Brasileira de Letras, no dia 17 de janeiro de 1968, escreve um bilhete dirigido a Mazzaropi, que o guardava em um quadro sobre a lareira da sala. Austregésilo de Athayde considera que, "com Jeca Tatu e a Freira, Mazzaropi alcançou no cinema o mais alto nível de sua arte. É hoje, sem nenhum favor, um artista de categoria mundial".
http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/mazzaropi/corpo.asp

Jeca Tatú é um roceiro preguiçoso que vive ao lado de uma fazenda, com sua mulher e filha. Esta é apaixonada pelo filho do latifundiário e assediada pelo seu capataz. Jeca sofre todo tipo de perseguição e injustiças por parte do latifundiário (até seu rancho foi incendiado), mas acaba vencendo e mudando sua vida e a de sua família.

Em resumo:

"Jeca é um roceiro preguiçoso de dar dó, mas esta preguiça está com os dias contados, pois seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Agora ele vai usar todo seu jeito matreiro para conseguir seu cantinho de terra. Um clássico da filmografia de Mazzaropi. Às vezes engraçado, em outros momentos, de uma beleza tocante, ele trata com muita singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária neste
filme que é uma declarada homenagem do Mazza ao conterrâneo Monteiro Lobato."

 

 
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