O filme foi feito na Cia Cinematográfica Vera Cruz em São Bernardo do Campo/SP.
O sistema de cor era o Eastmancolor e ano era 1964.
Várias são as canções e aqui está Mazzaropi cantando uma delas ("Ingratidão", de Elpídio dos Santos).
Ele era um homem além do seu tempo. Se prestarmos atenção vamos notar questões de reforma agrária, cooperativas, direitos do trabalhador,
em todas as suas intervenções.
Tudo se passa em uma comunidade nipobrasileira que enfrenta, com a ajuda de Fofuca, a exploração comercial do dono da propriedade ("seu" Leão).
A idéia de Fofuca (vivido por Mazzaropi) é criar uma cooperativa para a venda direta dos produtos na cidade.

Em decorrência disso, Fofuca e seus companheiros sofrem duras perseguições e injustiças, chegando "às vias de fato" quando os inimigos resolvem incendiar a aldeia japonesa.
Mais uma vez aparece um Mazzaropi politizado, mais urbanizado, denunciando e apontando soluções.
Bastante esperto e corajoso, sofre injustiças e perseguições mas como sempre, vence no final.
Destaque à graça das falas e de algumas situações como a professora (vivida por Zilda Cardoso) que assedia Fofuca.

Vale a pena conferir!
 
Pesquisa e formatação
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