"Astor Pantaleón Piazzolla, nascido no dia 11 de março de 1921 na cidade de Mar del Plata, passou a infância entre Buenos Aires e Nova York - mais na segunda cidade que na primeira."

"Começou a estudar música aos 9 anos nos Estados Unidos, dando continuidade em Buenos Aires e na Europa.
Em 1935 teve um encontro quase místico com Carlos Gardel, ao participar como extra no filme El Día que me Quieras.
 Morreu em 4 de julho de 1992 em Buenos Aires."
   Segundo alguns especialistas, foi o mais importante músico de tango da segunda metade do século XX.
Estudou harmonia e música clássica e contemporânea, tocou e realizou arranjos orquestrais para o bandoneonista, compositor e diretor Anibal Troilo.
Quando começou a fazer inovações no tango, no que diz respeito a ritmo, timbres e harmonia, foi muito criticado pelos "tangueiros" da Velha Guarda, que o consideravam o "assassino do tango". Quando decretaram "isso não é tango", Piazzolla respondeu com uma nova denominação "música contemporânea de Buenos Aires".
Suas obras não eram difundidas pelas emissoras de rádio e os comentaristas atacavam sua arte.
Ele não é apenas o mais conhecido músico de tango
do mundo mas também muito considerado
por notáveis concertistas internacionais, conjuntos de câmaras e orquestras sinfônicas.
Esteticamente falando levou o tango aos seus limites, tão longe, que muitos "tanguistas" não tiveram capacidade de
acompanhar.
Sua carreira começou quando decidiu participar como bandoneonista na orquestra de Anibal Troilo.
Inseriu-se no meio tangueiro de Buenos Aires em 1938.
Conta-se que sua presença gerou receio, inveja e admiração na comunidade tangueira.
Seus críticos polemizavam sobre o fato de sua música ser ou não tango de verdade.
Astor provocava a todos com vestimentas informais e com sua postura para tocar o bandoneón. A tradição era segurar o fole sentado e ele tocava em pé.
(tradução livre)
 
Falando também provocava:
 
"Si, es cierto, soy un enemigo del tango; pero del tango como ellos lo entienden. Ellos siguen creyendo en el compadrito, yo no. Creen en el farolito, yo no. Si todo ha cambiado, también debe cambiar la música de Buenos Aires. Somos muchos los que queremos cambiar el tango, pero estos señores que me atacan no lo entienden ni lo van a entender jamás.
Yo voy a seguir adelante, a pesar de ellos."
 
Astor Piazzolla, Revista Antena, Buenos Aires, 1954.
 Astor Piazzolla
 
 
fundo musical El Choclo_Piazzolla
pesquisa, tradução livre e formatação
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